“Ainda não temos o ambiente ideal, mas o Brasil voltará a ser um terreno fértil para a economia”, avalia presidente da ACESE

Por: Assessoria Acese

As últimas articulações, que levaram à aprovação da Medida Provisória 881, sancionada na última sexta-feira, 20, bem como a tramitação da Nova Previdência e da Reforma Tributária, mostram, na avaliação do presidente da Associação Comercial e Empresarial de Sergipe, Marco Pinheiro, a vontade de melhorar o ambiente de negócios em todo o país.

 

Na avaliação de Pinheiro, o momento atual é um resultado de uma série de fatores. “Presenciamos, ao longo dos últimos anos, nosso ambiente de negócios chegar a patamares ínfimos e nossas leis atuais eram incapazes de gerar um ambiente propenso ao empreendedorismo, num quadro agravado ainda por uma crise política”, explicou. 

 

“Todos esses fatores nos externou uma divisão popular completamente desnecessária, baseada num fanatismo exacerbado e que, pelo bem de todos, não deve continuar”, argumentou Pinheiro, que vê com preocupação as divisões políticas e o fanatismo presente nos debates. Para o presidente da ACESE, não é possível reverter tamanha situação em curtos períodos, principalmente avaliando a atual conjuntura nacional.

Liberdade Econômica

 

Pinheiro acredita que o caminho é árduo, mas correto. “O Brasil precisa sim das reformas que estão sendo realizadas, para destravar os investimentos estatais e estimular investimentos estrangeiros. Além disso, é preciso acreditar no potencial de empreendedorismo do cidadão brasileiro, principalmente com as facilidades garantidas pela MP da Liberdade Econômica, que trouxe uma série de simplicidades e novas normas para estimular a abertura de negócios”, afirmou.

 

“Precisamos de realidade. Ainda não temos o ambiente ideal, mas o Brasil voltará a ser um terreno fértil para a economia. Por isso somos favoráveis às mudanças, principalmente dentro da necessidade que o país vive, mas ainda é preciso atrair investimentos externos, estimular que o dinheiro volte a circular”, conclamou. “Só conseguiremos fazer um país viável novamente com as reformas sendo aplicadas, sem medo, para todos nós, independente de quem seja o governante, o Brasil não pode parar pelos interesses de alguns, e não irá”, concluiu Pinheiro.